Muita gente acha que polivitamínico e multivitamínico são a mesma coisa, mas existe diferença — e ela pode impactar diretamente na sua rotina de saúde. Quando falamos em polivitamínico, a ideia é um suplemento mais simples, que reúne algumas vitaminas e minerais em doses específicas. Já o multivitamínico geralmente traz uma lista maior de nutrientes e cobre uma parte mais ampla das necessidades do corpo.

O polivitamínico costuma focar no básico: garante o essencial de algumas vitaminas, como C, B1, B7 e B12, além de trazer minerais em menor quantidade, como zinco e selênio. Ele serve como reforço para quem já tem uma alimentação relativamente equilibrada, mas quer uma “segurança extra” para não deixar faltar o fundamental no dia a dia.
O multivitamínico, por outro lado, é muito mais completo. Ele entrega não só essas vitaminas e minerais básicos, mas também outros que são chave para energia, desempenho físico e recuperação, como magnésio, ferro, cobre e iodo. Além disso, em grande parte dos casos, as doses chegam bem próximas de 100% da recomendação diária, o que garante uma cobertura mais sólida das necessidades do organismo.
Na prática, a escolha entre um e outro depende do seu objetivo. Se você busca apenas uma manutenção, sem grandes exigências, o polivitamínico dá conta. Mas se você tem uma rotina intensa, treina pesado ou simplesmente quer garantir um suporte mais robusto, o multivitamínico é a opção que cobre melhor todas as áreas.
Cuidar da saúde passa por escolhas conscientes. É preciso treinar, dormir bem e comer certo, ou seja, suplementar aquilo que precisa ser ingerido — é preciso entender o que o seu corpo pede e quando precisa de reforço. Saber a diferença entre polivitamínico e multivitamínico pode parecer uma bobagem em um primeiro momento, contudo, é o primeiro passo para tomar uma decisão inteligente e investir em longevidade, energia e bem-estar, além de evitar jogar dinheiro fora!
Por Cyssu Pantaleão