Barba é questão de gosto, estilo e identidade. Tem cara que fica melhor com a pele limpa, tem quem pareça outro homem quando deixa a barba crescer. Mas uma coisa é certa: não importa o estilo, barba malcuidada transmite descuido. E ninguém quer ser lembrado como o sujeito que parecia recém-saído da caverna. Cuidar da barba é tão básico quanto escovar os dentes.

Quem opta pela barba feita precisa entender que isso exige constância. Não é só passar a lâmina no pescoço quando der vontade. É preparar a pele, usar produtos que evitem irritações, manter o pós-barba em dia e entender que pele com aparência limpa também precisa de hidratação. Barba feita não pode significar pele áspera ou cheia de bolinhas.
Já os que escolhem a barba por fazer, ou mesmo cheia, têm um compromisso ainda maior: manter a forma, limpar corretamente e aparar com frequência. Barba desalinhada passa a impressão de desleixo, mesmo que o resto do visual esteja impecável. É aqui que entra o barbeador elétrico, o óleo de barba e até o pente — sim, pentear a barba é sinal de cuidado. Além disso, lavar a barba com shampoo específico é um gesto de respeito com o próprio rosto.

Outro ponto importante é saber combinar a barba com o seu estilo de vida e ambiente. Dá pra ter barba e trabalhar em escritório. Dá pra ser barbeado e ser moderno. Só não dá é pra achar que qualquer coisa serve. Seja fiel ao que funciona no seu rosto e entenda que o autocuidado não tem nada a ver com vaidadezinha. Barba não é só estética, é também higiene.
No fim das contas, barba feita ou por fazer são apenas escolhas de aparência. O que realmente importa é a maneira como você cuida de si mesmo. E isso começa no espelho, com uma pergunta simples: você teria orgulho de estar junto de alguém com a sua aparência? A resposta mostra o nível do seu respeito por si — e pelo mundo ao seu redor.
Por Cyssu Pantaleão